quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Castelo de São Jorge, Lisboa, Parte IV.

Castelo de São Jorge @ Lisboa.
12.Junho.2012.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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"Juntamente com a cidade, o castelo voltou a sofrer com os terramotos de 1531, 1551, 1597 e 1699. A sua história como Paço Real encerrou-se com a mudança do mesmo, ainda no século XVI para o Paço da Ribeira. A partir de então as suas dependências foram utilizadas como aquartelamento. À época da Dinastia Filipina foi novamente guarnecido, tendo sido utilizado como prisão. No contexto da Restauração da Independência, o seu Alcaide, Martim Afonso Valente, honrando o juramento de fidelidade a quem tinha prestado menagem, apenas entregou a praça aos Restauradores após ter recebido instruções de Margarida de Saboia, Duquesa de Mântua, até então vice-rainha de Portugal, que lhe ordenou a rendição (1640). A mudança da residência real para a zona ribeirinha, a instalação de aquartelamentos e o terramoto de 1755 contribuíram para o declínio e a degradação do monumento. Foi sede da Casa Pia de 1780 a 1807, quando foi utilizado como Quartel-General por Jean-Andoche Junot. Desse modo, descaracterizado e, em parte, interditado aos lisboetas, chegou ao século XX. Classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16 de Junho de 1910, sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940 e no final da década de 1990, que tiveram o mérito de reabilitar o monumento, recuperando-lhe a traça medieval. Actualmente constitui-se num dos locais mais visitados pelos turistas na cidade de Lisboa. Em 2000 e 2009, dois projectos de ligação via elevador entre o Castelo e a Baixa foram considerados pela Câmara Municipal. O monumento oferece ainda os jardins e miradouros (com destaque para a Praça de Armas com a estátua de D. Afonso Henriques), o castelejo, a cidadela e a esplanada, um espectáculo multimédia (Olisipónia), uma câmara escura (Torre de Ulisses, antiga Torre do Tombo), espaço de exposições, sala de reuniões/recepções (Casa do Governador) e loja temática aos seus visitantes. A entrada no castelo é gratuita para os moradores do concelho de Lisboa. Para os restantes visitantes custa 7 euros."

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Castelo de São Jorge, Parte III, Lisboa.

Castelo de São Jorge @ Lisboa.
12.Junho.2012.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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"No contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, após a conquista de Santarém, as forças de D. Afonso Henriques (1112-1185), com o auxílio de cruzados normandos, flamengos, alemães e ingleses que se dirigiam à Terra Santa, investiu contra esta fortificação muçulmana, que capitulou após um duro cerco de três meses (1147), como narrado no manuscrito "De expugnatione Lyxbonensi", carta escrita por um cruzado inglês que tomou parte na conquista. Uma lenda surgida mais tarde reza que o cavaleiro Martim Moniz, que se destacara durante o cerco, ao perceber uma das portas do castelo entreaberta, sacrificou a própria vida ao interpor o próprio corpo no vão, impedindo o seu encerramento pelos mouros e permitindo o acesso e a vitória dos companheiros.
Como preito de gratidão, o castelo, agora cristão, foi colocado sob a invocação do mártir São Jorge, a quem muitos cruzados dedicavam devoção. No dia da conquista, 25 de Outubro, comemora-se hoje o "Dia do Exército", instituição que, no país, tem São Jorge como padroeiro.
Poucas décadas mais tarde, entre 1179 e 1183, o castelo resistiu com sucesso às forças muçulmanas que assolaram a região entre Lisboa e Santarém.
A partir do século XIII, alçando-se Lisboa a Capital do reino (1255), o castelo conheceu o seu apogeu, quando foi, além de Paço Real, o chamado Paço da Alcáçova, palácio de bispos, albergue de nobres da Corte e fortificação militar. Os terramotos que afectaram a cidade em 1290, 1344 e 1356, causaram-lhe danos. No plano militar, mobilizou-se diante do cerco castelhano de Fevereiro e Março de 1373, quando os arrabaldes da Capital chegaram a ser saqueados e incendiados. Nesse ano iniciou-se a muralha de D. Fernando (1367-1383), concluída dois anos mais tarde e que se prolonga até à Baixa. Na 3.ª guerra fernandina os arrabaldes da cidade foram novamente alvo das investidas castelhanas, em Março de 1382, e mais tarde, no decurso da crise de 1383-1385, Lisboa seria duramente assediada pelas forças de D.João I de Castela em 1384.
Nas funções de Paço Real, foi palco da recepção a Vasco da Gama, após a descoberta do caminho marítimo para a Índia, no final do século XV, e da estreia, no século XVI, do Monólogo do Vaqueiro, de Gil Vicente, primeira peça de teatro português, comemorativa do nascimento de D. João III (1521-1557)."

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Castelo de São Jorge, Lisboa, Parte II

Castelo de São Jorge @ Lisboa.
12.Junho.2012.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.





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"A primitiva presença humana na área remonta à Idade do Ferro, e as pesquisas arqueológicas trouxeram à luz testemunhos desde, pelo menos, o século VI a.C., sucessivamente por Fenícios, Gregos e Cartaginenses. As informações históricas, entretanto, iniciam-se apenas no contexto da conquista da Hispânia pelas legiões romanas, quando era denominada Olisipo. Serviu, a partir de 139 a.C. como base das operações do Cônsul Décimo Júnio Bruto, contra os núcleos de Lusitanos dispersos após o assassinato de seu líder, Viriato, quando se admite que aqui teria, por esse motivo, existido algum tipo de estrutura defensiva. Posteriormente, em 60 a.C., tendo o então Propretor Caio Júlio César concluído a conquista definitiva da Lusitânia, concedeu à povoação o título de Felicitas Julia, permitindo aos seus habitantes o privilégio da cidadania romana.
Diante das invasões do Império pelos bárbaros, às quais a península não ficou imune, a cidade foi conquista pelos Suevos sob o comando de Maldras, nos meados do século V, e, poucos anos mais tarde, pelos Visigodos sob o comando de Eurico, vindo a tornar-se definitivamente Visigoda sob o reinado de Leovigildo.
Mais tarde, no século VIII, viria a cair sob o domínio muçulmano, passando a denominar-se Al-Ushbuna ou Lissabona. As descrições dos seus geógrafos referem a existência da fortificação com as suas muralhas, as quais defendiam a "quasabah" (alcáçova), o centro do poder político e militar da cidade. A chamada "Cerca Moura" foi edificada no período tardo-romano, tendo sido reconstruída e ampliada durante o período islâmico.
No contexto da Reconquista cristã da península, a sua posse oscilou ao sabor das investidas cristãs, que a colimavam como alvo à margem do rio Tejo. Dessa forma, foi conquistada inicialmente por Afonso II das Astúrias, em contra-ofensiva em 796. Na ocasião a cidade foi saqueada e as forças cristãs, demasiado distantes de sua base na região de Entre-Douro-e-Minho, retiraram-se em seguida. Idêntico sucesso repetiu-se no reinado de Ordonho III de Leão, sob o comando deste soberano, tendo a cidade sofrido severos danos.
Integrante dos domínios da taifa de Badajoz, no alvorecer do século XII, diante da ameaça representada pelas forças de Yusuf ibn Tashfin, que, oriundas do Norte de África, haviam passado à península visando a conquista e reunificação dos domínios Almorávidas, o governante de Badajoz, Mutawaquil, entregou-a, juntamente com Santarém e Sintra, na Primavera de 1093, ao rei Afonso VI de Leão e Castela, visando uma aliança defensiva que não se sustentou. Envolvido com a defesa dos seus próprios territórios, o soberano cristão não foi capaz de assistir o governante mouro, cujos territórios vieram a cair, no ano seguinte, diante dos invasores. Desse modo, Lisboa, Santarém e Sintra permaneceriam domínios muçulmanos, agora sob os Almorávidas.

A fortificação, neste período, era constituída pela Alcáçova de planta aproximadamente quadrangular com cerca de 60 metros de lado, em posição dominante no alto da colina, defendida por muralhas com aproximadamente 200 metros de largura. Deste núcleo, cujo perímetro corresponde sensivelmente aos limites da actual freguesia do Castelo, a Leste e a Oeste desciam até ao rio os muros envolvendo a povoação, reforçados por torres e onde se rasgavam as portas."

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Castelo de São Jorge, Lisboa.

Castelo de São Jorge @ Lisboa.
12.Junho.2012.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.





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"O Castelo de São Jorge localiza-se na freguesia de Santa Maria Maior, anteriormente freguesia do Castelo, na cidade e concelho de Lisboa, em Portugal. O nome actual deriva da devoção do castelo a São Jorge, santo padroeiro dos cavaleiros e das cruzadas, feita por ordem de D. João I no século XIV.
Ao longo do tempo o castelo, assim como as diversas estruturas militares de Lisboa, foi sendo remodelado, ao ponto de na primeira metade do século XX estar já em avançado estado de ruína. Na década de 1940 foram empreendidas monumentais obras de reconstrução, levantando-se grande parte dos muros e alteando-se muitas das torres. Por esse motivo, ao contrário do que se poderia pensar à primeira vista, o "carácter medieval" deste conjunto militar deve-se a esta campanha de reconstrução, e não à preservação do espaço do castelo desde a Idade Média até aos nossos dias.
Ergue-se em posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico, proporcionando aos visitantes uma das mais belas vistas sobre a cidade e o estuário do rio Tejo."

domingo, 20 de outubro de 2013

Lisboa vista do Castelo de São Jorge, Parte II

Lisboa vista do Castelo de São Jorge @ Lisboa.
12.Junho.2012.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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sábado, 19 de outubro de 2013

Lisboa vista do Castelo de São Jorge.

Lisboa vista do Castelo de São Jorge @ Lisboa.
12.Junho.2012.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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Desculpem a minha ausência por estes dias, mas tive doente... A primeira gripe "invernal" !! Mas já estou bem melhor !! Obrigada por continuarem a seguir o meu trabalho !! Beijinhos e abraços :) *

domingo, 13 de outubro de 2013

Estátua D. Afonso Henriques, Lisboa.

Estátua a D. Afonso Henriques no Castelo de S. Jorge @ Lisboa.
12.Junho.2012.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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"D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, nasceu em 1110 tendo falecido em Lisboa, a 1185. Era filho do Conde D.Henrique de Borgonha e de D.Teresa, filha do rei de Leão. Após a morte do seu pai e a posterior sucessão da sua mãe, com a ajuda de populares defrontou-se contra ela a Batalha de S.Mamede, em 1128. Proclamou-se rei do Condado Portucalense, separando-o dos reis castelhanos, culminando com a independência do reino em 1143, em Portugal, prosseguindo as suas conquistas até ao Algarve, em 1185. Esta estátua que o retrata é uma réplica da estátua de Soares dos Reis e foi inaugurada em 1947 por comemoração dos 800 anos da Conquista de Lisboa aos mouros."

sábado, 12 de outubro de 2013

Ministerium, Lisboa.

Ministerium, Terreiro do Paço @ Lisboa.
22.Outubro.2011.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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Aqui funcionam os Ministérios de todo o governo, actualmente estão vários bares/discotecas com belas esplanadas !!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Mural a José Saramago, Lisboa.

Mural a José Saramago @ Lisboa.
22.Outubro.2011.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

José & Pilar, Lisboa.

Graffiti José & Pilar @ Lisboa.
22.Outubro.2011.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Casa dos Bicos, Fundação José Saramago, Lisboa Parte II

Árvore José Saramago, Casa dos Bicos (Fundação José Saramago @ Lisboa.
22.Outubro.2011.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.




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"Na sua planta inicial tinha duas fachadas de pedras cortadas em pirâmide e colocadas de forma desencontrada, onde sobressaltavam dois portais manuelinos, o central e o da extremidade oriental, e ainda dois andares nobres. A fachada menos importante, encontrava-se virada ao rio.
Com o terramoto de 1755 tudo isto se destruiu e desapareceram estes dois últimos andares. A família Albuquerque vendeu-a em 1973, tendo até então sido utilizada como armazém e como sede de comércio de bacalhau.
Em 1983, por iniciativa do comissariado da XVII Exposição Europeia de Artes, Ciência e Cultura, foi reconstruída e foi reposta a sua volumetria inicial (foram acrescentados os dois andares que haviam desaparecido na tragédia), tendo servido como local de exposições. Na Casa dos Bicos funcionam hoje serviços da Câmara Municipal de Lisboa e, no futuro, a Fundação José Saramago, acolhendo a biblioteca do escritor prémio Nobel da Literatura.
A muralha pertencente à Cerca Moura passava por este local, tendo sido destruída para que pudesse ser construído o palácio. Escavações arqueológicas datadas da década de 1980 revelaram vestígios da muralha. Foram também revelados no seu interior outros elementos como tanques de salga da época romana, uma torre da época medieval e pavimento mudéjar."

domingo, 6 de outubro de 2013

Casa dos Bicos, Fundação José Saramago, Lisboa.

Casa dos Bicos (Fundação José Saramago) @ Lisboa.
22.Outubro.2011.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.


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“A Casa dos Bicos ou Casa de Brás de Albuquerque localiza-se em Lisboa. A casa foi construída em 1523, a mando de D. Brás de Albuquerque, filho natural legitimado do segundo governador da Índia portuguesa
É situada a oriente do Terreiro do Paço, perto de onde ficavam a Alfândega, o Tribunal das Sete Casas e a Ribeira Velha (mercado de peixe e de produtos hortícolas, com inúmeras lojas de comidas e vinhos).
A fachada está revestida de pedra aparelhada em forma de ponta de diamante, os "bicos", sendo um exemplo único de arquitectura civil residencial no contexto arquitectónico lisboeta. Os "bicos" demonstram uma clara influência renascentista italiana. Na verdade, o proprietário da Casa dos Bicos mandou-a construir após uma viagem sua a Itália, onde terá visto pela primeira vez o Palácio dos Diamantes ("dei diamanti") de Ferrara e o Palácio Bevilacqua, em Bolonha. No entanto, sendo naturalmente menor que este palácios, a distribuição irregular das janelas e das portas, todas de dimensões e formatos distintos, conferem-lhe um certo encanto, reforçado pelo traçado das janelas dos andares superiores, livremente inspiradas nos arcos trilobados da época.”

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Arco de Jesus, Lisboa.

Arco de Jesus @ Lisboa
22.Outubro.2011.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.


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"Este arco situado na Rua do Cais de Santarém, ao lado do número 66 e dá acesso à Rua de S. João da Praça.Das primitivas doze portas da cerca moura esta é a única que se manteve até aos nossos dias,embora bastante alterada. Mas pelo menos sabemos que ali existia uma porta do tempo da cerca moura ou romana. Daí a sua classificação como Monumento Nacional. Supõe-se que esta passagem foi utilizada pelos Cruzados quando auxiliaram D. Afonso Henriques,por altura da tomada de Lisboa em 1147. Após ter assumido várias denominações, tais como Porta do Mar (a S. João), Postigo Gil Eanes da Silva, Postigo do Conde de Linhares, adoptou a designação de Arco de Jesus, que se manteve inalterada desde 1588. A origem deste nome reside provavelmente no painel com a imagem do Menino Jesus que exibiu na abóbada, sobre o fecho do arco, do lado interior, até 1627. Aí existiu, também, um outro painel, este de Sto. António, colocado dentro de um oratório por cima do vão da travessa que conduz a S. João da Praça. Resultante do arco surge uma rua pública com 3,3 m de largura e 9 m de comprimento, cujo piso da via se apresenta metade em rampa e metade em escadaria."
(Texto retirado do blog Amar Alfama)

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Palacete & Chafariz D'El Rei, Lisboa.

Palacete e Chafariz D'El Rei @ Lisboa.
22.Outubro.2011.
Fotografia & Edição: Marta Araújo.


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"O Chafariz de El-Rei, que terá sido o primeiro chafariz público na cidade de Lisboa, terá sido construído no século XIII, nos reinados de D. Afonso III de D. Dinis, aproveitando as excelentes águas da encosta de Alfama.
O encanamento de água da nascente para bicas exteriores à chamada Cerca Moura datará de 1487, permitindo o abastecimento dos navios da carreira da Índia.
A actual fachada data de 1864, tendo sido rematada a platibanda e colocados os pináculos e urnas, numa composição arquitectónica classicista.
Chegou a ter nove bicas em funcionamento. Cada bica era exclusiva de um grupo social, não esquecendo os mareantes.
O Chafariz de El-Rei, incluindo as estruturas hidráulicas conexas (reservatório, cisterna e mina de água), está classificado desde 2012 como Monumento de Interesse Público."


Infelizmente, não tenho informações sobre o Palacete.